quinta-feira, 28 de maio de 2026

ZOOFILIA


A zoofilia, de acordo com as teorias científicas, pode ser considerada como perversão sexual e transtorno mental, podendo trazer danos à pessoa que a pratica. Em contrapartida, é conhecido que muitos jovens chegam a manter relações sexuais com bichos na adolescência, sem que isso possa ter qualquer prejuízo mental.

Algumas leituras da Psicologia, fundamentada na Teoria Freudiana, classificam a Zoofilia como um transtorno da sexualidade humana. A Classificação Internacional de Doenças (CID-10), na categoria F65.8 (Outros Transtornos de Ordem Sexual) aborda a bestialidade. Nas leituras tradicionais a zoofilia é considerada como uma perversão sexual humana, associando-a a transtornos neuróticos, rudez, insensibilidade e grosseria aliada à um bloqueio afetivo de amor a um parceiro humano.



É uma parafilia definida pela atração ou envolvimento sexual de humanos com animais de outras especies. Tais indivíduos são chamados zoófilos.

A sexualidade é entendida como "algo" que surge dentro de todo organismo normal e se manifesta desde o nascimento até a morte. Numa linha ascendente, constrói-se de maneira singular no processo de desenvolvimento e história de vida de cada um.   

Alguns animais submetem-se com docilidade, outros cooperam ativamente. Muitos sádicos psicopáticos usam animais para intensificarem os seus gozos. Um fato narrado pelo Marquês de Sade é o conhecido como “tortura chinesa”. Ele conta que em alguns bordéis parisienses eram usados perus para um serviço especial. Nos moldes da prática chinesa, quando homens introduziam o pênis na cloaca de um ganso e o estrangulavam. A ave, na agonia da morte, contrai vigorosamente a musculatura anal, o que pode dar mais prazer, por isso, na época de Sade, essa prática foi muito divulgada na França.




Para muitas pessoas, zoofilia é apenas uma questão de mau gosto.


Há quem diga que um animal não terá danos psicológicos ao ser abusado. Como se pode saber disso com segurança? Como saber se aquele animal ‘quer ou não’ praticar sexo com um ser humano? O que nos assegura que o animal não ficará traumatizado?
Abusar sexualmente de animais causa dor, ferimentos, traumas e até morte neles; além de ser degradante. Existem fazendas especializadas em zoofilia em algumas cidades do mundo onde a prática não é crime.
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CURIOSIDADE:
Seres estranhos que misturam características humanas e animais fazem parte da mitologia de antigas civilizações.

O especialista em mitologia, Alexander Guryev acredita que os seres híbridos foram o resultado de relaçõe sexuais entre homens e animais, uma conduta que comum na antiguidade mais remota.


Guryev atenta para o fato de que alguns povos crêem que são descendentes de animais: os tibetanos, declaram-se descendentes de macacos; hindus, apontam os cavalos como ancestrais e na Tailândia, o cachorro está na base da árvore genealógica.

Pesquisas históricas revelaram que estas relações sexuais entre humanos e animais eram comuns entre os antigos.

Do ponto de vista científico, seja qual for o comportamento sexual, o que define uma classificação é o grau de intensidade de sua prática; o comportamento só é considerado parafílico dependendo de um grau muito elevado das convenções sociais reinantes em um momento e lugar determinados.


Aqueles que praticam, admiram ou simpatizam com atos sexuais com animais são chamados de zoófilos e assim são definidos pela atração e envolvimento sexual que sentem por qualquer tipo de animais que não sejam os humanos. No passado o ato sexual entre seres humanos e animais eram rotulados como bestialidades.

Freud caracterizou a zoofilia como transtorno da sexualidade humana; e tal conceito foi tão largamente aceito que entrou para o Código Internacional de Doenças. A maioria dos psiquiatras informa que os zoófilos são pessoas dotadas de neuroses, rudez, apatia e incivilidade, aliado a um forte bloqueio a afetividade do amor com parceiros.


www.sobrenatural.org/
sitiomarado.forumeiros.com/t1019-zoofilia-sexo-com-animais
pt.wikipedia.org/wiki/Zoofilia

sábado, 2 de janeiro de 2016

KOKO - A GORILA COM "CORAÇÃO HUMANO"

Koko  era  uma gorila estadunidense  inteligente  e sensível que aprendeu a linguagem de sinais e entende a fala dos humanos. Para comemorar seu aniversário de 44 anos, ela, que vivia na instituição Gorilla Foundation, em Redwood (EUA), pode escolher dois gatinhos para adotar, de uma caixa de filhotes.
Koko já havia sido “mãe” de outros gatinhos antes. Em 1984, ela pediu a seus treinadores um gato como presente de aniversário e ficou frustrada ao receber um bicho de pelúcia. Quando, no ano seguinte, ela ganhou um gatinho de verdade, batizou o bichano de All Ball (“todo bola”, por causa da forma do filhote).
Koko se mostrou uma mãe muito cuidadosa e ficou deprimida quando All Ball morreu atropelado. Depois, ela adotou os bichanos Lipstick e Smokey.
Koko (nascida em 4 de julho de 1971) é o nome de uma gorila cativa aculturada treinada pela Dra. Francine Patterson e outros cientistas na Universidade de Stanford para comunicar certos sinais baseado na Linguagem de Sinais Americana. Alguns cientistas afirmam que as ações de Koko indicavam uma capacidade de aprender uma linguagem. Outros afirmam que suas ações eram apenas o resultado de condicionamento operativo, no qual ela não entenderia o significado do que estava fazendo, mas aprendia a completar os sinais apenas porque os pesquisadores a recompensavam por isso. Tal debate requer o exame cuidadoso do que significa “aprender” ou “usar” uma linguagem; linguagem animal para uma maior discussão.  Nascida em São FranciscoCalifórnia, o treinamento de Koko começou na idade de um ano. Patterson com o tempo avaliou o vocabulário de Koko em mais de 1.000 sinais e capaz de enteder cerca de 2.000 palavras em inglês. Inúmeros documentários foram feitos sobre Koko, incluindo Koko - A Talking Gorilla de 1977. Em 27 de abril de1998, Koko participou de um "bate-papo" ao vivo na AOL. Koko viveu a maior parte de sua vida em Woodside.
Em agosto de 2004, Koko esteve nas notícias novamente devido a uma dor de dente. Ela comunicou que estava com dor, e de acordo com seus treinadores foi capaz de indicar o nível de dor numa escala de 1 a 10.

"Koko, a gorila conhecida por seu domínio extraordinário da linguagem de sinais e como principal embaixadora de sua espécie ameaçada de extinção, faleceu ontem [quarta-feira] de manhã enquanto dormia, aos 46 anos", disse um comunicado de imprensa da Fundação Gorila.

"Koko tocou a vida de milhões de pessoas como embaixadora de todos os gorilas e ícone da comunicação e empatia entre espécies. Ela era amada e fará muita falta."

O gorila, que supostamente tinha um QI entre 75 e 95, conseguia entender 2.000 palavras em inglês falado. O QI médio dos seres humanos em muitos testes é 100, e a maioria das pessoas obtém uma pontuação entre 85 e 115.


logotipoA Fundação Gorilla / / Koko.org
1733 Woodside Rd., Suite 330, Redwood City, CA 94061 
1 800-ME-GO-APE (1 800-634-6273) 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Ilha Vaadhoo



As Maldivas ficam no sul da Índia e a Oeste do Sri Lanka, no meio do Oceano Índico. São 1190 ilhas paradisíacas – umas mais do que outras, certamente – com praias de água límpida. No total, as ilhas formam 26 atóis, que estão espalhados em 90 mil quilómetros quadrados.
Sinônimo de paraíso na Terra, a Ilha Vaadhoo, nas Maldivas, é conhecida por suas águas cristalinas e vida marinha abundante. O maior de seus encantos, porém, só é revelado à noite, sob efeito de bioluminescência.



O FENÔMENO DA BIOLUMINESCÊNCIA:

É caraterizado pela concentração de fitoplânctons. Eles emitem bioluminescência, ou seja, processos biológicos em que seres vivos conseguem produzir luz. O fenômeno tem mais intensidade na Ilha Vaadhoo.

Esses dinoflagelados, chamados de Noctiluca, são relativamente comuns e emitem uma encantadora luz azul, muito brilhante. Suas membranas celulares emitem sinais elétricos que permitem o espetáculo. A luz também é produzida através de uma proteína chamada luciferina que é oxidada, criando a luz. Uma enzima chamada luciferase acelera esse processo, tornando o brilho ainda mais forte.



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

DESERTO DE GOBI E SEUS MISTÉRIOS




Deserto de Gobi está localizado no continente asiático, ao norte da China e sul da Mongólia. Com uma superfície de 1.295.000 km², o deserto de Gobi tem quase o tamanho do estado do Amazonas e é considerado o quinto maior deserto do mundo.

Encontra-se no deserto de Gobi muitos nômades, que são os principais e únicos habitantes do deserto. Os nômades criam cabras, cavalos e camelos, e são forçados a se mudarem constantemente, de um lugar para outro, para garantir a sobrevivência de seus animais. Geralmente nos desertos são encontrados oásis com vegetação irrigada por fontes subterrâneas, poços ou até mesmo por irrigação artificial. Assim, o homem consegue nesses lugares, moradia permanente.
O deserto de Gobi está se expandindo em um ritmo preocupante, devido a um processo conhecido como desertificação.Como medida de evitar este fenômeno, o governo Chinês teve um plano conhecido como "Grande Muralha Verde", um enorme anel de florestas plantadas, onde  espera-se que funcione como uma barreira que impeça a expansão da desertificação e também impedir as tempestades de poeira que ocorrem regularmente na China.


É o habitat de animais raros como camelo-bacteriano [de duas corcovas] e o cavalo-de-przewalski [Equus przewalski]. Também abriga uma criatura mítica, o Aka Allghoi Khorhoi [Olghoï-Khorkhoï], um verme monstruoso que mata suas vítimas com um ácido venenoso. Não tem cabeça nem patas e sua cor é vermelho sangue. A criatura movimenta-se de modo estranho, como que girando, É atraída pela cor amarela.Tocá-lo produz morte instantânea. Dele também se diz que dá choques elétricos. A criptozoologia, estudando esta criatura, conclui que se trata, de fato, de um verme muito fino, medindo cerca de 1 metro de comprimento. Sua existência foi documentada, pela primeira vez, em 1926. O criptozoólogo francês Michael Raynal identificou o verme da morte como uma espécie desconhecida de anfisbeno, um réptil que vive em túneis subterrâneos. Todavia, há quem discorde porque os répteis anfisbenos são criaturas inofensivas.