sábado, 2 de janeiro de 2016

KOKO - A GORILA COM "CORAÇÃO HUMANO"

Koko  era  uma gorila estadunidense  inteligente  e sensível que aprendeu a linguagem de sinais e entende a fala dos humanos. Para comemorar seu aniversário de 44 anos, ela, que vivia na instituição Gorilla Foundation, em Redwood (EUA), pode escolher dois gatinhos para adotar, de uma caixa de filhotes.
Koko já havia sido “mãe” de outros gatinhos antes. Em 1984, ela pediu a seus treinadores um gato como presente de aniversário e ficou frustrada ao receber um bicho de pelúcia. Quando, no ano seguinte, ela ganhou um gatinho de verdade, batizou o bichano de All Ball (“todo bola”, por causa da forma do filhote).
Koko se mostrou uma mãe muito cuidadosa e ficou deprimida quando All Ball morreu atropelado. Depois, ela adotou os bichanos Lipstick e Smokey.
Koko (nascida em 4 de julho de 1971) é o nome de uma gorila cativa aculturada treinada pela Dra. Francine Patterson e outros cientistas na Universidade de Stanford para comunicar certos sinais baseado na Linguagem de Sinais Americana. Alguns cientistas afirmam que as ações de Koko indicavam uma capacidade de aprender uma linguagem. Outros afirmam que suas ações eram apenas o resultado de condicionamento operativo, no qual ela não entenderia o significado do que estava fazendo, mas aprendia a completar os sinais apenas porque os pesquisadores a recompensavam por isso. Tal debate requer o exame cuidadoso do que significa “aprender” ou “usar” uma linguagem; linguagem animal para uma maior discussão.  Nascida em São FranciscoCalifórnia, o treinamento de Koko começou na idade de um ano. Patterson com o tempo avaliou o vocabulário de Koko em mais de 1.000 sinais e capaz de enteder cerca de 2.000 palavras em inglês. Inúmeros documentários foram feitos sobre Koko, incluindo Koko - A Talking Gorilla de 1977. Em 27 de abril de1998, Koko participou de um "bate-papo" ao vivo na AOL. Koko viveu a maior parte de sua vida em Woodside.
Em agosto de 2004, Koko esteve nas notícias novamente devido a uma dor de dente. Ela comunicou que estava com dor, e de acordo com seus treinadores foi capaz de indicar o nível de dor numa escala de 1 a 10.

"Koko, a gorila conhecida por seu domínio extraordinário da linguagem de sinais e como principal embaixadora de sua espécie ameaçada de extinção, faleceu ontem [quarta-feira] de manhã enquanto dormia, aos 46 anos", disse um comunicado de imprensa da Fundação Gorila.

"Koko tocou a vida de milhões de pessoas como embaixadora de todos os gorilas e ícone da comunicação e empatia entre espécies. Ela era amada e fará muita falta."

O gorila, que supostamente tinha um QI entre 75 e 95, conseguia entender 2.000 palavras em inglês falado. O QI médio dos seres humanos em muitos testes é 100, e a maioria das pessoas obtém uma pontuação entre 85 e 115.


logotipoA Fundação Gorilla / / Koko.org
1733 Woodside Rd., Suite 330, Redwood City, CA 94061 
1 800-ME-GO-APE (1 800-634-6273) 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Ilha Vaadhoo



As Maldivas ficam no sul da Índia e a Oeste do Sri Lanka, no meio do Oceano Índico. São 1190 ilhas paradisíacas – umas mais do que outras, certamente – com praias de água límpida. No total, as ilhas formam 26 atóis, que estão espalhados em 90 mil quilómetros quadrados.
Sinônimo de paraíso na Terra, a Ilha Vaadhoo, nas Maldivas, é conhecida por suas águas cristalinas e vida marinha abundante. O maior de seus encantos, porém, só é revelado à noite, sob efeito de bioluminescência.


O FENÔMENO DA BIOLUMINESCÊNCIA:

É caraterizado pela concentração de fitoplânctons. Eles emitem bioluminescência, ou seja, processos biológicos em que seres vivos conseguem produzir luz. O fenômeno tem mais intensidade na Ilha Vaadhoo.

Esses dinoflagelados, chamados de Noctiluca, são relativamente comuns e emitem uma encantadora luz azul, muito brilhante. Suas membranas celulares emitem sinais elétricos que permitem o espetáculo. A luz também é produzida através de uma proteína chamada luciferina que é oxidada, criando a luz. Uma enzima chamada luciferase acelera esse processo, tornando o brilho ainda mais forte.
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FELIZ ANO NOVO

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Madeira ilegal da Amazônia para a Europa

A operação “Madeira Limpa”, deflagrada pela Polícia Federal e o Ministério Público Federal de Santarém, no final de agosto de 2015, desmantelou uma rede de corrupção e comércio ilegal de madeira atuando em diversos municípios do Pará, e de outros estados. Entre os envolvidos está uma madeireira, chamada Iller, que exportou para diversas empresas da Europa.

A investigação  mapeou a cadeia de custódia da Iller, observando para quem ela vendeu diretamente nos últimos 18 meses. O relatório expõe, mais uma vez, importadores que têm falhado com a sua obrigação de mitigar os riscos de adquirir madeira ilegal. Ao todo são 26 empresas europeias que, por meio de comercializações com a Iller, estão importando madeira potencialmente ilegal da Amazônia e assim contribuindo para a destruição da floresta. A Operação Madeira Limpa revelou que a Madeireira Iller Ltda usava documentos fraudados para lavar madeira ilegal. Todo o esquema ainda contava com a ajuda de oficiais corruptos e intermediários. Dessa forma, a madeira conseguia deixar o Brasil como se fosse legal para ser vendida na Europa. 


A EUTR (Europe Union Timber regulation), legislação referente à entrada de produtos madeireiros estrangeiros nos países membros da União Europeia, proíbe a entrada de madeira extraída de forma ilegal no mercado europeu. A lei afirma que os importadores devem ser prudentes e tomar as medidas necessárias para mitigar esse risco e evitar a contaminação.

fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

DESERTO DE GOBI E SEUS MISTÉRIOS




Deserto de Gobi está localizado no continente asiático, ao norte da China e sul da Mongólia. Com uma superfície de 1.295.000 km², o deserto de Gobi tem quase o tamanho do estado do Amazonas e é considerado o quinto maior deserto do mundo.

Encontra-se no deserto de Gobi muitos nômades, que são os principais e únicos habitantes do deserto. Os nômades criam cabras, cavalos e camelos, e são forçados a se mudarem constantemente, de um lugar para outro, para garantir a sobrevivência de seus animais. Geralmente nos desertos são encontrados oásis com vegetação irrigada por fontes subterrâneas, poços ou até mesmo por irrigação artificial. Assim, o homem consegue nesses lugares, moradia permanente.
O deserto de Gobi está se expandindo em um ritmo preocupante, devido a um processo conhecido como desertificação.Como medida de evitar este fenômeno, o governo Chinês teve um plano conhecido como "Grande Muralha Verde", um enorme anel de florestas plantadas, onde  espera-se que funcione como uma barreira que impeça a expansão da desertificação e também impedir as tempestades de poeira que ocorrem regularmente na China.


É o habitat de animais raros como camelo-bacteriano [de duas corcovas] e o cavalo-de-przewalski [Equus przewalski]. Também abriga uma criatura mítica, o Aka Allghoi Khorhoi [Olghoï-Khorkhoï], um verme monstruoso que mata suas vítimas com um ácido venenoso. Não tem cabeça nem patas e sua cor é vermelho sangue. A criatura movimenta-se de modo estranho, como que girando, É atraída pela cor amarela.Tocá-lo produz morte instantânea. Dele também se diz que dá choques elétricos. A criptozoologia, estudando esta criatura, conclui que se trata, de fato, de um verme muito fino, medindo cerca de 1 metro de comprimento. Sua existência foi documentada, pela primeira vez, em 1926. O criptozoólogo francês Michael Raynal identificou o verme da morte como uma espécie desconhecida de anfisbeno, um réptil que vive em túneis subterrâneos. Todavia, há quem discorde porque os répteis anfisbenos são criaturas inofensivas.



A LAMA CHEGOU NO MAR


















Depois de 16 dias aterrando os rios Gualaxo do Norte, do Carmo e Doce, a enxurrada de lama e rejeitos de minério de ferro que vazou da barragem da mineradora Samarco, em Mariana, na Região Central de Minas, chegou ao mar, nesse sábado, por volta das 18h. Pescadores de Regência Augusta, distrito de Linhares (ES), onde fica a foz do Rio Doce, se apressaram em remover seus barcos do estuário (Um estuário é um ambiente aquático de transição entre um rio e o mar. ) e se uniram em uma manifestação com cerca de 100 pessoas ligadas à atividade, ao turismo e à proteção das tartarugas marinhas que se reproduzem na região. 
Barragem (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
A Justiça do Espírito Santo, em níveis estadual e federal, chegaram à mesma conclusão – ainda que haja dúvidas sobre qual delas tem competência para o assunto – sobre a lama, posicionando-se a favor de que a o material escoe o mais rápido possível pelo Rio Doce e atinja o mar, trazendo menor risco à flora e a fauna costeiras.

Para isolar a fauna e a flora que vivem no entorno nas duas margens do rio e em algumas ilhas localizadas no estuário, 9 mil metros de barreiras feitas de lona 100% impermeável e fixadas no fundo do rio estão sendo instalados em sentido longitudinal, mas sem impedir a chegada dos rejeitos ao mar. As barreiras variam de 60 centímetros a  até 2,1 metros de altura, adaptadas de acordo com a profundidade de cada ponto de instalação. De acordo com a Samarco, as estruturas têm alta resistência e são capazes de suportar ventos de 20km/h e ondas de três metros. Quatro frentes de trabalho, com mais de 50 pessoas e diversas embarcações, atuam simultaneamente na instalação.

A lama da barragem da Samarco, cujos donos donos são a Vale a anglo-australiana BHP Billiton, já adentrou mais de 10 quilômetros no mar do Espírito Santo, de acordo com o Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema). Nesta segunda-feira (23), a prefeitura de Linhares, no Norte do Espírito Santo, orientou a população para que não entre em contato com a água.