domingo, 8 de novembro de 2015

BRASIL EM LUTO: TRAGÉDIA EM MARIANA (MINAS GERAIS)



ATUALIZAÇÃO:
O corpo de bombeiros soltou um comunicado na tarde deste domingo (08) atualizando dados da tragédia, o documento informa que foram contabilizados um óbito em decorrencia de mal súbito e encontrado os corpos de três homens ainda sem identificação.Até agora continuam desaparecidas 15 moradores e 13 funcionários,totalizando 28 desaparecidos.
Já são mais de 550 pessoas abrigadas  em hotéis da cidade,com despesas pagas pela mineradora Samarco. A Samarco já liberou  R$ 35 milhões  pela indenização da exploração de minério,os recursos serão destinados na reconstrução das cidades atingidas pelo desastre.
A TRAGÉDIA:

O rompimento de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco causou uma enxurrada de lama que inundou várias casas no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais, na tarde desta quinta-feira (5). O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de Minas Gerais informaram nesta sexta-feira (6) ter resgatado ao menos 500 pessoas ilhadas em Bento Rodrigues. As barragens se romperam por volta das 15h30 de quinta-feira (5) e liberaram um grande volume de lama resultante do rejeito da produção de minério de ferro. A Samarco é controlada pela Vale e pela anglo-australiana BHP Billiton. 

Um dos sobreviventes da tragédia, Andrew Oliveira, que trabalha como sinaleiro na empresa Integral, uma terceirizada da Samarco, disse que, na hora do almoço, houve “um abalo”, mas os empregados continuaram trabalhando normalmente. Três tremores de terra de pequena intensidade foram registrados no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na região central de Minas, poucas horas antes e durante o rompimento de duas barragens na tarde da última quinta-feira. 

 200 pessoas da Guarda Municipal, dos bombeiros, das polícias Civil e Militar, da Defesa Civil e da mineradora trabalham nas buscas.



De acordo com as primeiras informações 18 pessoas teriam morrido, 80 estão desaparecidas, casas foram totalmente soterradas e carros destruídos. Uma enxurrada de lama inundou a região. O acesso ao local está completamente fechado. Moradores estão sendo orientados a sair do local, já que há risco de novos deslizamentos.

Segundo a assessoria de imprensa da Samarco, “não é possível, neste momento, confirmar causas e extensão do ocorrido, bem como a existência de vítimas”, diz a empresa em nota.


As famílias que perderam suas casas em Mariana, Minas Gerais, após o rompimento de duas barragens, estão recebendo doações de colchões, água mineral e produtos de higiene pessoal. 
Em Mariana há dois postos de arrecadação, um no Centro de Convenções (Avenida Getúlio Vargas, s/n, Centro) e outro na Arena Mariana (Rua São Vicente de Paula, 199, bairro Vila Aparecida).
Em Ouro Preto, as doações serão recebidas na Câmara Municipal (Praça Tiradentes, 41). 
Doações em dinheiro podem ser depositadas em uma conta da Prefeitura de Mariana, aberta somente para este fim. Os dados são:
Banco: Banco do Brasil

Agência: 2279-9

Conta Corrente: 10000-5

CNPJ: 18295303/0001-44

O telefone de contato da prefeitura é o (31) 3557-9000. 

SAIBA MAIS:
Minas Gerais tem 750 barragens para despejo de resíduos, por exemplo, da indústria e de destilarias de álcool. Mas a maioria é utilizada por mineradoras. Levantamento da Fundação Estadual do Meio Ambiente aponta que pelo menos 35 estruturas não tem segurança adequada. 

A lama tóxica dessas barragens tomou conta do distrito de Bento Rodrigues, onde vivem aproximadamente 600 pessoas. Do total de 188 casas localizadas na região, 166 teriam sido atingidas.  As autoridades monitoram o caminho que será percorrido pela enchente de lama tóxica nos próximos dias. A cidade de Rio Doce já registrou inundação na zona rural e a morte de cardumes.
  
Segundo alerta do Serviço Geológico do Brasil, os rejeitos devem atingir 12 cidades de Minas e três do Espírito Santo até terça-feira (10).

REFUGIADOS

Anistia Internacional :

Entidade denuncia o “fracasso moral catastrófico” dos líderes mundiais, que continuam a divergir enquanto milhões de pessoas enfrentam condições humanitárias desastrosas.















SAIBA MAIS: APLASIA MEDULAR / ANEMIA APLÁSTICA


O que é anemia aplástica?

Chama-se anemia aplástica a um quadro clínico raro, porém grave e potencialmente fatal, em que a medula óssea que normalmente produz as células do sangue (hemáciasleucócitos e plaquetas) entra em falência e passa a produzi-las em quantidades insuficientes. Como o termo anemia se aplica apenas para a deficiência de glóbulos vermelhos (hemácias), a diminuição das três linhagens celulares (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas) pode ser chamada de aplasia medular.

Conforme o médico hematologista da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Marcelo Capra, quando a doença se manifesta, ocorre uma falência na produção das células do sangue. “Há uma destruição das células-tronco hematopoiéticas (células que dão origem aos glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas). Com essa destruição, a medula fica ‘vazia’, ou seja, sem células-tronco, consequentemente, não há produção de glóbulos brancos (levando a infecções), de glóbulos vermelhos (causando anemia) e de plaquetas (ocasionando sangramentos)”, esclarece.

Quais são as causas da anemia aplástica?

medula óssea produz continuamente as células precursoras dos glóbulos vermelhos e brancos e dasplaquetas, pois os glóbulos vermelhos só vivem aproximadamente 120 dias, as plaquetas cerca de sete dias e a maioria dos glóbulos brancos, um dia ou menos. A anemia aplástica acontece quando a medula é danificada e afeta sua capacidade de repor novas células. Ela pode ocorrer devido a uma causa autoimune ou pela assimilação de algum tóxico para a medula óssea, sejam medicações (com destaque para o cloranfenicol) ou outras substâncias químicas. A radiação pode, igualmente, provocar uma aplasia medular e esta anemia pode ainda ser ocasionada por uma infecção por vírus. Em cerca de metade dos casos não se consegue determinar uma causa para a anemia aplástica, situação na qual ela é designada idiopática.


Quais são os principais sinais e sintomas da anemia aplástica?

Os principais sinais e sintomas da anemia aplástica são sangramentos, em virtude da trombocitopenia (baixo número de plaquetas), sejam micro sangramentos na forma de hematomas na pele ou sangramentos mais profusos, geralmente mucosos. Os sintomas da anemia aplástica resultam da diminuição de um ou mais tipos das células sanguíneas e podem aparecer subitamente ou desenvolver-se mais lentamente. A doença pode durar pouco tempo ou torna-se crônica e pode mesmo ser fatal. Além dos sangramentos, podem aparecerfadiga, falta de ar, taquicardia, palidez, infecções frequentes, tonturas e cefaleias. A aplasia medular é dita moderada no caso do paciente responder bem ao tratamento imunossupressor e não necessitar de transfusões de sangue, ou grave, se o enfermo for refratário ao tratamento imunossupressor.

Como o médico diagnostica a anemia aplástica?

Os exames laboratoriais devem ser iniciados por um hemograma e seguir-se com mielograma e biópsia demedula óssea. Devem ser feitas, também, dosagem de vitamina B12 e ácido fólico para diferenciar anemiaaplástica da anemia megaloblástica e sorologias para infecções virais. De um modo geral, os valores dos glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas estarão muito baixos. 

FONTE: http://www.abc.med.br

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sábado, 7 de novembro de 2015

Os Enígmas de Puma Punku

Puma Punku, que significa “A Porta da Puma” em Aymara, é parte de um gigantesco complexo de templos em Tiwanaku, um dos mais importantes sítios arqueológicos da Bolívia. Estudiosos das culturas andinas afirmam que esta civilização foi uma importante precursora do império Inca. A região surgiu como uma grande área de atividade econômica, religiosa e política próxima ao lago Titicaca.

Os cortes são precisos, os ângulos das pedras são retos e os blocos parecem terem sido cortados em série ou com equipamentos elétricos. No entanto, testes de carbono apontam que a construção deve ter ocorrido entre 300 d.C. e 500 d.C.
Puma-Punku-Interlocking-Wall

Puma punku é um sistema de construções megalíticas (pedras trabalhadas de dimensões enormes), aparentemente com finalidades religiosas, que segundo a historia oficial, teria sido construído por volta do ano 500 depois de Cristo. As pedras são de granito (a pedra mais dura e complicada de trabalhar) e foram extraídas de uma pedreira a 90 kilómetros de distancia. A maior de todas estas pedras pesa 131 toneladas e foi perfeitamente cortada, como alias, todas as outras pedras do complexo foram.

As rochas de Puma Punku foram cortadas com uma precisão descomunal, e muitos se perguntam: “como fizeram isto em uma época tão primitiva?”. Foi a partir desta questão que surgiram teorias sobre seres extraterrestres. 


Durante seu apogeu, acredita-se que Puma Punku era um local "incrívelmente maravilhoso", adornado com placas de metal polido, cerâmicas de cores brilhantes e ornamentado com quadros e peles, frequentado por sarcedotes e pela elite, que vestiam-se com roupas cerimoniais e jóias exóticas. A compreensão da natureza deste complexo arqueológico ainda é limitada, devido à sua antiguidade, falta de provas escritas e o atual estado de elevada deterioração, tanto pelo desgaste natural mas também devida à depredação causada por visitantes e saqueadores.

A ruína é considerada tão misteriosa quanto às pirâmides do Egito e foi tombada como patrimônio da humanidade pela UNESCO.